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Imagem: Luis Miguel Bugallo Sánchez |
A residência, de 36 metros quadrados, estava sendo feita sem licença dos órgãos ambientais. Ao ser questionado, o réu alegou que havia comprado o terreno com a obra já em andamento. Argumentou ainda que não provocou qualquer dano ambiental e que os cursos d’água não foram bloqueados.
Após ser condenado em primeira instância, ele recorreu ao tribunal, que modificou a decisão apenas quanto à condenação de pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais coletivos. Segundo o relator, desembargador federal Fernando Quadros da Silva, “se houver restauração imediata e completa do bem lesado, em regra, não se fala em indenização”.
Além da retirada da construção, o réu terá que promover a recuperação da área, elaborando um PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) em 90 dias depois do trânsito em julgado da sentença.
Processo: AC 5000237-21.2011.404.7208/TRF
Fonte: TRF4